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Dossiê Estudos métricos da informação científica em saúde (v. 15, n. 3) jul.-set. 2021

 

Os estudos métricos da informação vêm cumprindo um papel importante ao longo da história da ciência moderna, contribuindo para a avaliação do conhecimento científico e a formulação de políticas públicas impulsionadoras de novos saberes. Dentre as análises possíveis observáveis na literatura, exploram-se, principalmente, as variáveis: autoria, assuntos, fontes, períodos, instituições, países, citações, acessos, curtidas, comentários e compartilhamentos em mídias sociais, permitindo inferir sobre a colaboração e a mobilidade dos cientistas, o progresso e a obsolescência de temas, os periódicos e eventos mais representativos, as tendências temporais, as instituições e regiões mais prolíficas, as redes citacionais e genealógicas de influências intelectuais, a procura de informação científica pela comunidade e o engajamento da sociedade com as publicações científicas.

Ao se inclinarem à Saúde, os estudos métricos unem-se aos diversos esforços presentes no campo, colaborando para as iniciativas de prevenção e combate às doenças, fortalecendo as atividades de pesquisa e a cobertura universal de saúde a partir de meios mais efetivos de distribuição de recursos, mapeamento de grupos especializados de pesquisadores para a resolução de problemas de saúde pública, seleção de canais para a disseminação da produção científica, alinhamento das necessidades de pesquisa às demandas sociais em saúde, e o desenvolvimento e avaliação de estratégias para a interação entre cientistas e a sociedade nas plataformas digitais.

Considerando-se o contexto pandêmico que aflige a humanidade e a busca pelo desenvolvimento de soluções que venham a combater a crise proporcionada pela Covid-19, a comunidade especializada em estudos métricos da informação em saúde assumiu o posicionamento de enfrentar o desafio do grande volume de publicações produzidas, elaborando estudos diversos sobre a produtividade, o impacto, a colaboração e os avanços obtidos na prevenção e combate à doença. Com isto, o domínio dos estudos métricos teve reafirmada sua relevância, não apenas em situações de normalidade, mas principalmente, diante de crises e catástrofes em que o protagonismo da ciência se faz necessário, somando-se às luzes que brilham sobre as trevas da desinformação e da ignorância, ao sistematizar e promover o incansável trabalho dos pesquisadores e das instituições científicas.

Apesar dos esforços centrados nas iniciativas relacionadas à pandemia de SARS-CoV-2, outras doenças continuam ocorrendo de forma expressiva no Brasil, como por exemplo, as doenças tropicais negligenciadas e os problemas de saúde mental, inclusive, agravando-se com as condições criadas pela pandemia. Desta feita, amplia-se o papel da comunidade de estudos métricos da informação em saúde para além das discussões sobre a produção científica em Covid-19, englobando também, as endemias persistentes no país e o avanço dos agravos decorrentes da precarização da saúde e do avanço da pobreza na pandemia.

Com base nestes argumentos e em tom convocatório, convidamos os pesquisadores interessados a submeterem seus artigos ao dossiê “Estudos métricos da informação científica em saúde”, a ser publicado pela Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde. Os segmentos temáticos a seguir propostos baseiam-se nos eixos consolidados no Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria, espaço privilegiado de produção de conhecimento científico sobre o assunto e referência entre os agentes atuantes no domínio das métricas informacionais. Reforça-se aos autores que os artigos submetidos devem ser aplicados à Saúde.

  • Bases de dados e fontes de informação para a geração de indicadores de produção científica;
  • Estudos de citação e genealogia científica, acadêmica e intelectual;
  • Colaboração científica, grupos de pesquisa, mobilidade acadêmica e colégios invisíveis;
  • Indicadores bibliométricos e cientométricos sobre a produção científica;
  • Arquivometria em acervos arquivísticos;
  • Métricas sobre acesso aberto e ciência aberta;
  • Inovações metodológicas e técnicas nos estudos métricos da informação;
  • Aplicações das leis bibliométricas e cientométricas;
  • Métricas alternativas e webométricas na comunicação e avaliação da informação científica;
  • Mapas e rankings sobre países, pesquisadores e instituições;


Editores convidados:
Natanael Vitor Sobral (Universidade Federal da Bahia) e Leilah Santiago Bufrem (Universidade Federal de Pernambuco).

Prazo de submissão de artigo: até 19 de maio de 2021.

Publicação: v. 15, n. 3, julho/setembro de 2021.

Ao submeter o trabalho, por favor, use a categoria Dossiê Estudos Métricos da Informação Científica em Saúde.


 

Dossier Metric studies of scientific healthcare information (v. 15, n. 3) Jul.-Sept. 2021

Metric studies of information have been playing an important role throughout the history of modern science, contributing towards assessment of scientific findings and formulation of public policy driven by new knowledge. Of the different possible analyses seen in the literature, the following variables are the most often explored: authorship, subjects, sources, periods, institutions, countries, citations, retrievals, likes, comments and sharing on social media, which allows us to make inferences regarding collaboration between scientists and their mobility, the progress and obsolescence of themes, the most representative periodicals and events, trends over time, the most prolific institutions and regions, citation and genealogical networks of intellectual influence, the search for scientific information by the community and society's engagement with scientific publications.

When focusing on healthcare, metric studies contribute to the different ongoing efforts in the field, collaborating with initiatives to prevent and fight diseases, strengthening research activities and universal healthcare coverage through the most effective means of distribution of resources, mapping of specialized groups of researchers to solve public health problems, the selection of channels for disseminating scientific output, alignment of the needs of research with societal demands in healthcare, and development and evaluation of strategies for interaction between scientists and society on digital platforms.

Given the context of the pandemic that is afflicting humanity and the attempts to develop solutions to fight the crisis created by Covid-19, the community specialized in metric studies of healthcare information is taking on the challenge of the large number of publications on the topic, preparing a variety of studies on productivity, impact, collaboration and the advances in preventing and fighting the disease. With this, the relevance of the field of metric studies has been reaffirmed, not only in normal situations, but principally in the face of crises and catastrophes in which science plays an important role, contributing light to shine on the darkness of disinformation and ignorance, by systematizing and promoting the tireless work of researchers and scientific institutions.

Despite the efforts concentrating on initiatives related to the SARS-CoV-1 pandemic, other diseases continue to have a significant impact in Brazil, such as neglected tropical diseases and mental health problems, which are worsening due to the conditions created by the pandemic. This time, the role of the community working on metric studies of healthcare information goes beyond discussions on scientific publications on Covid-19, encompassing the persistent endemic diseases in Brazil, the growing problems arising from the increased precariousness of healthcare and the expansion of poverty during the pandemic.

Based on these arguments, we invite interested researchers to submit their articles for the dossier Metric Studies on Scientific Information in Healthcare, to be published by the Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde. The thematic areas proposed below are based on the topics agreed upon at the Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria [Brazilian Meeting on Bibliometry and Scientometry], a special forum for producing scientific knowledge on the subject and a reference for those working in the field of information metrics. We stress that articles submitted must be related to healthcare.

  • Databases and information sources for generating scientific production indicators;
  • Studies on scientific, academic and intellectual citation and genealogy;
  • Scientific collaboration, research groups, academic mobility and invisible schools;
  • Bibliometric and scientometric indicators on scientific production;
  • Studies of archives;
  • Metrics on open access publishing and open science;
  • Methodological and technical innovations in metric studies of information;
  • Applications of bibliometric and scientometric laws;
  • Alternative metrics and webometrics in the communication and evaluation of scientific information;
  • Maps and rankings on countries, researchers and institutions;

Invited editors: Natanael Vitor Sobral (Federal University of Bahia) and Leilah Santiago Bufrem (Federal University of Pernambuco).

Submission deadline: by May 19th, 2021.

Publication:
v. 15, No. 3, July/September, 2021.

When submitting your article, please use category Dossiê Estudos Métricos da Informação Científica em Saúde.

 

 

Dossier Estudios métricos de información científica en salud (v. 15, n. 3) jul.-set. 2021

Los estudios de información métrica han tenido un papel importante a lo largo de la historia de la ciencia moderna, contribuyendo a la evaluación del conocimiento científico y la formulación de políticas públicas que impulsen nuevos conocimientos. Entre los posibles análisis observables en la literatura, se exploran principalmente las siguientes variables: autoría, temas, fuentes, períodos, instituciones, países, citaciones, accesos, me gusta, comentarios y compartidos en las redes sociales, permitiendo inferencias sobre la colaboración y movilidad de los científicos, el progreso y obsolescencia de los temas, las revistas y eventos más representativos, las tendencias temporales, las instituciones y regiones más prolíficas, las redes citacionales y genealógicas de influencias intelectuales, la búsqueda de información científica por parte de la comunidad y el compromiso de la sociedad con las publicaciones científicas.

Cuando se dirigen a la Salud, los estudios métricos se suman a los diversos esfuerzos presentes en el campo, colaborando para las iniciativas de prevención y combate de enfermedades, fortaleciendo las actividades de investigación y la cobertura universal de salud a través de medios más efectivos de distribución de recursos, mapeado de grupos especializados de investigadores para resolver problemas de salud pública, la selección de canales para la difusión de la producción científica, la alineación de las necesidades de investigación a las demandas sociales en salud y el desarrollo y evaluación de estrategias de interacción entre científicos y sociedad en plataformas digitales.

Considerando el contexto pandémico que aflige a la humanidad y la búsqueda del desarrollo de soluciones que combatan la crisis por el Covid-19, la comunidad especializada en estudios métricos de información en salud se ha posicionado para enfrentar el desafío del gran volumen de publicaciones producidas, elaborando diversos estudios sobre productividad, impacto, colaboración y avances en la prevención y combate de la enfermedad. Para ello, el dominio de los estudios métricos reafirmó su relevancia, no solo en situaciones normales, sino principalmente ante crisis y catástrofes en las que es necesario el protagonismo de la ciencia, sumándose a las luces que brillan sobre la oscuridad de la desinformación y de la ignorancia, mediante la sistematización y promoción del trabajo incansable de investigadores e instituciones científicas.

A pesar de los esfuerzos centrados en iniciativas relacionadas con la pandemia SARS-CoV-2, otras enfermedades continúan ocurriendo de manera significativa en Brasil, como, por ejemplo, las enfermedades tropicales negligentes y los problemas de salud mental, empeorando con las condiciones creadas por la pandemia. En esta ocasión, el rol de la comunidad de estudios métricos de información en salud se amplía más allá de las discusiones sobre producción científica en Covid-19, abarcando también las enfermedades endémicas persistentes en el país y el avance de los problemas derivados de la precariedad de la salud y el avance de la pobreza en la pandemia.

A partir de estos argumentos y en tono convocatorio, invitamos a los investigadores interesados a que envíen sus artículos al dossier “Estudios métricos de la información científica en salud”, que publicará la Revista Electrónica de Comunicación, Información e Innovación en Salud. Los segmentos propuestos a continuación se basan en los ejes consolidados en el Encuentro Brasileño de Bibliometría y Cienciometría, un espacio privilegiado para la producción de conocimiento científico sobre el tema y un referente entre los agentes que trabajan en el campo de la métrica informacional. Reforzamos a los autores que los artículos presentados deben ser aplicados a la Salud.

  • Bases de datos y fuentes de información para la generación de indicadores de producción científica;
  • Estudios de citas y genealogía científica, académica e intelectual;
  • Colaboración científica, grupos de investigación, movilidad académica y colegios invisibles;
  • Indicadores bibliométricos y cienciométricos de producción científica;
  • Archivometría en colecciones de archivos;
  • Métricas sobre el acceso abierto y la ciencia abierta;
  • Innovaciones metodológicas y técnicas en estudios de información métrica;
  • Aplicaciones de leyes bibliométricas y cienciométricas;
  • Métricas alternativas y webométricas en la comunicación y evaluación de información científica;
  • Mapas y rankings sobre países, investigadores e instituciones;

Editores invitados: Natanael Vitor Sobral (Universidade Federal da Bahia) y Leilah Santiago Bufrem (Universidade Federal de Pernambuco).

Plazo de sumisión: 09/02/2021 a 19/05/2021.

Publicación: v. 15, n. 3, julio/septiembre de 2021.

Al enviar el artículo, utilice la categoria Dossiê Estudos Métricos da Informação Científica em Saúde.

 
Publicado: 2021-02-10
 

Dossiê Feminismos: perspectivas em comunicação e informação em saúde (v. 15, n. 2) abr.-jun 2021

 

A saúde da mulher é concebida de maneira controversa. De forma restrita, o entendimento pelo viés da biologia e da anatomia do corpo aprisiona a mulher na função reprodutiva, limitando-se à saúde materna; de forma ampliada, dialoga com direitos humanos e cidadania, evocando questões de gênero que fomentam a luta por direitos sexuais. As recentes campanhas e conquistas pela descriminalização do aborto, como a que assistimos na Argentina e na Coreia do Sul, tinham como lema frases que articulam essas abordagens: “educação sexual para decidir”; “contraceptivos para não abortar”; “aborto legal para não morrer”.

Lutas como essa mostram que saúde e doença são processos cujos contextos específicos dão a ver sociabilidades, diferenças de classe, fatores econômicos, práticas culturais e historicidades. A dinâmica social das relações de gênero nos expõe a diferentes situações de sanidade, sofrimento, adoecimento, cura e morte.

Isso explicita a fundamental importância que o pensamento feminista tem no campo da saúde, ao introduzir nas agendas das políticas públicas questões antes restritas ao privado e à intimidade. Incorporadas e amplificadas pela mídia, essas manifestações fazem uso da comunicação como estratégia para a transformação.

Delimitando campos de atuação e produzindo materialidades, desequilíbrios e desigualdades de gênero se refletem na produção de discursos e representações postas a circular em diferentes linguagens e meios. Mídia tradicional, redes sociais e plataformas digitais adensam a produção de sentidos dissonantes: ao mesmo tempo em que trazem à tona o controverso imaginário brasileiro em relação ao corpo da mulher, colocam em pauta as particularidades dos diferentes grupos populacionais de mulheres e os contextos nos quais elas estão inseridas.

Como padrões hegemônicos de feminilidade ainda são amplamente disseminados e ratificados nos espaços midiáticos, narrativas e imagens sobre as mulheres geram sofrimento, doença e morte, o que ressalta a importância das reivindicações feministas É preciso reclamar a condição da mulher como sujeito de direito no que se refere aos ciclos biológicos (menarca, fertilidade e menopausa), à vida sexualmente ativa (métodos contraceptivos, prevenção de ISTs e reposição hormonal), aos direitos reprodutivos (métodos contraceptivos, descriminalização do aborto, violência obstétrica e fertilização assistida), à prevenção de doenças (câncer de mama e cérvico-uterino), ao bem-estar emocional e psíquico (depressão, consumo excessivo de fármacos e patologias de autoimagem) e ao acolhimento emergencial (violência doméstica e de gênero, estupro e tentativas de feminicídio).

Em sinergia com o pensamento feminista, ações e processos de comunicação são de fundamental importância para construção de redes de discussão e disseminação de informações que objetivem a conscientização cidadã. Pautados pelas lutas universais das mulheres por direitos civis, direito ao saber e à informação, direitos políticos, direitos ao trabalho e, fundamentalmente, direito ao próprio corpo, os feminismos estabelecem, a partir das singularidades das experiências interseccionais, espaços de multiplicidade e novos protagonismos, além da partilha de experiências e aspirações de transformação social.

Assim, a partir de abordagens que indaguem a relação de feminismos, comunicação e informação em saúde, este dossiê da Reciis irá privilegiar propostas de artigos originais relacionadas a resultados de pesquisas científicas que analisem os modos de viver, curar, adoecer e morrer das mulheres, considerando os seguintes eixos temáticos:

  • articulações entre comunicação, cultura e mídia nos processos de saúde e adoecimento de mulheres negras;
  • apropriação midiática pelas indígenas mulheres e circulação dos saberes tradicionais femininos sobre saúde;
  • produção de sentido sobre marcos históricos em políticas públicas para a saúde das mulheres;
  • redes e plataformas de informação sobre saúde das mulheres;
  • campanhas publicitárias e agendamento jornalístico sobre saúde das mulheres;
  • cultura do estupro e espetacularização da violência nas narrativas midiáticas;
  • estereotipização dos corpos femininos, padrões hegemônicos de beleza e suas articulações com o adoecimento e o envelhecimento;
  • idealização da maternidade e violência obstétrica nas representações audiovisuais;
  • estratégias de comunicação e informação na disseminação dos direitos reprodutivos e na luta pela descriminalização do aborto;
  • lugares de fala das mulheres e midiatização terapêutica das experiências;
  • produção de pânico moral e discurso midiático sobre sexualidades femininas;
  • discurso misógino, suas imbricações com a religião e a saúde mental das mulheres;
  • formas de comunicação e resistência engendradas por grupos de mulheres estigmatizadas;
  • linguagens e interseccionalidades na produção de conteúdo sobre a saúde das mulheres.

Editoras convidadas: Flávia Leiroz e Patrícia D’Abreu.

Prazo de submissão: até 10 de março de 2021.

Publicação: maio de 2021.

Ao submeter o trabalho, por favor, use a categoria Dossiê Feminismos: perspectivas em comunicação e informação em saúde.

 

Feminisms: perspectives on health communication and information Dossier (v. 15, n. 2) Apr.-Jun. 2021

Women's health is treated in a controversial manner. A limited understanding based on the biology and anatomy of the body imprisons women based on their reproductive function and focuses on maternal health. A broader understanding involves human rights and citizenship, invoking gender issues that support the struggle for sexual rights. The recent campaigns and victories to decriminalize abortion, such as those we have observed in Argentina and South Korea, had mottoes that articulated these approaches: "sex education to support decision-making"; "contraceptives to eliminate the need for abortions"; "legal abortion to prevent women's deaths."

Struggles like these show that health and disease are processes whose specific contexts highlight sociability, class differences, economic factors, cultural practices and historicities. The social dynamics of gender relations expose us to different situations related to sanity, suffering, illness, healing and death.

This clarifies the fundamental importance of feminist thinking in healthcare by introducing issues previously restricted to private lives and intimacy into public policies. Incorporated by the media and amplified by it, these manifestations make use of communication as a strategy for transformation.

Demarcating fields of action and producing materialities, these gender imbalances and inequalities are reflected in the speeches and representations circulated in different languages and media. Traditional media, social networks and digital platforms intensify the production of dissonant meanings: while revealing controversial Brazilian concepts related to women's bodies, they address the differences in the various segments of women in the population and the contexts in which thy live.

Since hegemonic standards of femininity are still widely disseminated and ratified by the media, narratives and images of women lead to suffering, disease and death, which highlights the importance of feminist demands. We must demand the legal rights of women related to biological cycles (menarche, fertility and menopause), to a sexually active life (contraceptive methods, decriminalization of abortion and elimination of obstetric violence), to disease prevention (breast and cervical cancer), to emotional and psychiatric well-being (treatment for depression, excessive consumption of drugs and self-image pathologies) and to emergency shelter (due to domestic or gender violence, rape or attempted murder).

In synergy with feminist thinking, communication actions and processes are fundamentally important to the construction of discussion networks and the dissemination of information to increase citizen awareness. Based on women's universal fight for civil rights, the right to knowledge and information, political rights, the right to work and, fundamentally, the right to their own bodies, feminism establishes spaces for multiplicity and new types of protagonism based on the singularities of intersecting experiences, in addition to sharing experiences and aspirations for social transformation.

Thus, seeking approaches that investigate the relationship between feminism, health communication and information, this Reciis dossier accepts proposals for original articles related to the results of scientific research that analyzes the way in which women live, fall ill, heal and die, focusing on the following themes:

  • connections between communication, culture and media in healthcare for black women and the processes through which they fall ill;
  • media appropriation by indigenous women and circulation of the traditional knowledge of women about health matters;
  • aids to understanding historical milestones in public healthcare policies regarding women;
  • information networks and platforms on women's health;
  • advertising campaigns and journalistic scheduling of topics on women's health;
  • rape culture and how violence is made into a spectacle in media narratives;
  • stereotyping of female bodies, hegemonic standards of beauty and their connections to illness and aging;
  • idealization of motherhood and obstetric violence in audiovisual representations;
  • communication and information strategies for the dissemination of reproductive rights and the fight to decriminalize abortion;
  • women's speech contexts and therapeutic mediatization of experiences;
  • production of moral panic and media discourse on female sexuality;
  • misogynistic discourse, its overlap with religion, and women's mental health;
  • forms of communication and resistance engendered by groups of stigmatized women;
  • languages and intersections in the production on content on women's health.

 Invited editors: Flávia Leiroz and Patrícia D’Abreu.

Submission deadline: by March 10, 2021.

Publication: May 2021.

When submitting your article, please use the Dossier category Feminisms: perspectives on health communication and information.

 

 

Dossier Feminismos: perspectivas sobre la comunicación y la información en salud (v. 15, n. 2) abr.-jun. 2021

La salud de la mujer es concebida de forma controvertida. De manera restringida, la comprensión a través del sesgo de la biología y anatomía del cuerpo aprisiona a la mujer en la función reproductiva, limitándose a la salud materna. De manera general, dialoga con los derechos humanos y la ciudadanía, evocando cuestiones de género que fomentan la lucha por los derechos sexuales. Las recientes campañas y logros por la despenalización del aborto, como la que vimos en Argentina y Corea del Sur, tenían como lema frases que articulan estos enfoques: “educación sexual para decidir”; “Anticonceptivos para no abortar”; “Aborto legal para no morir”.

Luchas como esta muestran que la salud y la enfermedad son procesos cuyos contextos específicos revelan sociabilidad, diferencias de clase, factores económicos, prácticas culturales e historicidades. La dinámica social de las relaciones de género nos expone a distintas situaciones de salud, sufrimiento, enfermedad, curación y muerte.

Esto explica la importancia fundamental que tiene el pensamiento feminista en el campo de la salud, al introducir en sus agendas de las políticas públicas, temas que antes estaban restringidos a lo privado y a la intimidad. Estas manifestaciones, incorporadas y ampliadas por los medios de comunicación, utilizan la comunicación como estrategia de transformación.

Definiendo campos de acción y produciendo materialidades, desequilibrios y desigualdades de género se reflejan en la producción de discursos y representaciones que circulan en diferentes idiomas y medios. Los medios tradicionales, las redes sociales y las plataformas digitales se suman a la producción de significados disonantes: al mismo tiempo que sacan a la luz el controvertido imaginario brasileño en relación al cuerpo de la mujer, resaltan las particularidades de diferentes grupos poblacionales de mujeres y los contextos en los que están insertados.

Como los estándares hegemónicos de la feminidad aún están ampliamente difundidos y ratificados en los espacios mediáticos, las narrativas e imágenes sobre las mujeres generan sufrimiento, enfermedad y muerte, lo que resalta la importancia de las reclamaciones feministas. Es necesario reivindicar la condición de las mujeres como sujetos de derecho en lo que se refiere a los ciclos biológicos (menarquia, fertilidad y menopausia), a la vida sexualmente activa (métodos anticonceptivos, prevención de ITS y reemplazo hormonal), a los derechos reproductivos (métodos anticonceptivos, despenalización del aborto, violencia obstétrica y fertilización asistida), a la prevención de enfermedades (cáncer de mama y del cuello uterino), al bienestar emocional y psicológico (depresión, consumo excesivo de drogas y patologías de la autoimagen) y a la recepción de emergencias (violencia doméstica y de género, violación e intentos de femicidio).

En sinergia con el pensamiento feminista, las acciones y procesos de comunicación son de fundamental importancia para la construcción de redes de discusión y difusión de información que apunten a la conciencia ciudadana. A partir de las luchas universales de las mujeres por los derechos civiles, el derecho al conocimiento y la información, los derechos políticos, el derecho al trabajo y, fundamentalmente, el derecho al propio cuerpo, los feminismos establecen, a partir de las singularidades de las experiencias interseccionales, los espacios de multiplicidad y nuevos protagonismos, además de compartir experiencias y aspiraciones de transformación social.

Así, a partir de enfoques que investigan la relación entre feminismos, comunicación e información en salud, este dossier de la Reciis se centrará en propuestas de artículos originales relacionados con los resultados de las investigaciones científicas que analizan las formas de vivir, curar, enfermar y morir de las mujeres, considerando los siguientes ejes temáticos:

  • articulaciones entre comunicación, cultura y medios de comunicación en los procesos de salud y enfermedad de las mujeres negras;
  • apropiación de los medios de comunicación por parte de las mujeres indígenas y difusión de los conocimientos tradicionales femeninos sobre la salud;
  • producción de significado sobre hitos históricos en políticas públicas para la salud de la mujer;
  • redes y plataformas de información sobre salud de la mujer;
  • campañas publicitarias y programación periodística sobre la salud de la mujer;
  • cultura de la violación y espectacularización de la violencia en las narrativas de los medios de comunicación;
  • estereotipos de cuerpos femeninos, estándares hegemónicos de belleza y sus articulaciones con la enfermedad y el envejecimiento;
  • idealización de la maternidad y violencia obstétrica en representaciones audiovisuales;
  • estrategias de comunicación e información en la difusión de los derechos reproductivos y en la lucha por la despenalización del aborto;
  • lugares del habla de las mujeres y mediatización terapéutica de experiencias;
  • producción de pánico moral y discurso mediático sobre la sexualidad femenina;
  • discurso misógino, su superposición con la religión y la salud mental de las mujeres;
  • formas de comunicación y resistencia engendradas por grupos de mujeres estigmatizadas;
  • lenguajes e interseccionalidad en la producción de contenidos sobre salud de la mujer.

Editoras invitadas: Flávia Leiroz e Patrícia D’Abreu.

Plazo de sumisión: hasta el 10 de marzo de 2021.

Publicación: mayo de 2021.

Al enviar el artículo, utilice la categoría Dossier Feminismos: perspectivas sobre la comunicación y la información en salud.

 
Publicado: 2021-01-07
 

Novas normas em 2021

 

Informamos que, a partir do dia 01 de janeiro de 2021, o periódico passará a adotar a ABNT como norma de padronização dos manuscritos. Confira as novas normas da Reciis no link Preparação do artigo do nosso site: www.reciis.icict.fiocruz.br

A Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (Reciis) é editada pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). 

 
Publicado: 2020-12-21
 

Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais (v.14, n.4) out-dez 2020

 

Ao longo do tempo, a saúde tem sido palco de diversas crises globais. O advento de pandemias tem potencializado tensões societárias já existentes, impactando negativamente arranjos políticos frágeis, políticas públicas ineficazes, economias instáveis, desigualdades sociais e condições de vida precarizadas.

Enquanto os vírus se espalham rapidamente por regiões geograficamente dispersas do mundo, os processos comunicacionais relacionados à saúde, doenças e cuidados assumem papéis fundamentais na construção social de representações, identidades e subjetivações. Ademais, os discursos midiáticos sobre as crises globais configuradas nos diferentes contextos pandêmicos evidenciam os arranjos capitalistas, regimes de moralidade, políticas de normalização de corpos e processos de disputas pela verdade em torno da ciência.

Nas sociedades contemporâneas, as mídias se tornaram espaços fundamentais na construção social de crises e instabilidades. Considerando especificamente os contextos e especificidades de diferentes pandemias, como a gripe espanhola, o HIV-Aids, o ebola, a gripe aviária, a Influenza H1N1 e, mais recentemente, a Covid-19, podemos refletir de que maneiras as ameaças e consequências de doenças infecciosas propagadas em escala mundial têm sido articuladas por discursos midiáticos para a representação de pandemias como lócus de crises sanitárias, (bio)políticas, institucionais, econômicas, sociais e culturais.

A partir de abordagens que envolvam os estudos da comunicação e informação em saúde, serão privilegiadas propostas de artigos originais relacionadas a resultados de pesquisas científicas que analisem contextos de crise, sejam endêmicos, epidêmicos ou pandêmicos, considerando os seguintes eixos temáticos: 

  • as configurações comunicacionais das crises globais em saúde;
  • as narrativas midiáticas na construção social das epidemias e das pandemias;
  • as disputas em torno da verdade sobre a ciência: pós-verdade, desinformação, desconhecimento, fatos alternativos e fake news;
  • os processos de politização da saúde e da ciência;
  • as representações midiáticas da identidade e da diferença nos processos de moralização da saúde;
  • os pânicos morais sanitários e as regulações de indivíduos e populações;
  • a estigmatização de grupos sociais, a regulação de hábitos e a normalização dos corpos;
  • as formas de comunicação nos processos de resistência articulados por grupos sociais estigmatizados;
  • as políticas e as estratégias de comunicação e informação na gestão de crises; 
  • as articulações entre comunicação, informação e educação na prevenção e no controle de crises sanitárias;
  • a informação científica e tecnológica em saúde como forma estratégica de produção de conhecimento;
  • o acesso à informação e a informação epidemiológica em saúde em contextos de crise. 

Editores convidados: Ravindra Kumar Vemula e Allan Santos.

Prazo de submissão de artigo: até 08 de setembro de 2020.

Publicação: até dezembro de 2020.

Ao submeter o trabalho, informe em “comentários para o editor” o dossiê a qual ele se refere.

 

Communication, Health and Global Crisis Dossier (v.14, i.4) Oct-Dec 2020

 Over time, health has been the scene of several global crises. The advent of pandemics has increased existing social tensions, negatively impacting fragile political arrangements, ineffective public policies, unstable economies, social inequalities and precarious living conditions.

While viruses spread rapidly across geographically dispersed regions of the world, communicational processes related to health, disease and care assume fundamental roles in the social construction of representations, identities and subjectivations.  Furthermore, media speeches about global crises configured in different pandemic contexts show capitalist arrangements, morality regimes, policies for normalizing bodies and processes of disputes for the truth around science.

In contemporary societies, the media have become fundamental spaces in the social construction of crises and instabilities. Specifically considering the contexts and specificities of different pandemics, such as the Spanish flu, HIV-AIDS, Ebola, avian influenza, H1N1 influenza and, more recently, Covid-19, we can reflect in what ways the threats and consequences of  Infectious diseases spread worldwide have been articulated by media discourses for the representation of pandemics as the locus of health, (bio) political, institutional, economic, social and cultural crises.

Based on approaches involving the study of communication and health information, proposals for original articles related to the results of scientific research that analyze contexts of crisis, whether endemic, epidemic or pandemic, will be privileged, considering the following thematic axes:

- the communicational configurations of global health crises;

- media narratives in the social construction of epidemics and pandemics;

- disputes over the truth about science: post-truth, misinformation, ignorance, alternative facts and fake news;

 - the processes of politicization of health and science;

 - media representations of identity and difference in health moralization processes;

- moral sanitary panics and the regulation of individuals and populations;

 - the stigmatization of social groups, the regulation of habits and the normalization of bodies;

 - the forms of communication in the resistance processes articulated by stigmatized social groups;

 - communication and information policies and strategies in crisis management;

 - the links between communication, information and education in the prevention and control of health crises;

 - scientific and technological health information as a strategic form of knowledge production;

 - access to information and epidemiological information on health in contexts of crisis.

 

Guest editors: Ravindra Kumar Vemula and Allan Santos.

Deadline for submission of articles: September 08, 2020.

Publication: by December 2020.

When submitting the paper, inform in “comments for the editor” the dossier to which it refers to.

 

 

Dossier de Comunicación, Salud y Crisis Global (v.14, n.4) Oct-Dic 2020

Con el tiempo, la salud ha sido escenario de varias crisis mundiales. El advenimiento de las pandemias ha aumentado las tensiones sociales existentes, impactando negativamente los arreglos políticos frágiles, las políticas públicas ineficaces, las economías inestables, las desigualdades sociales y las condiciones de vida precarias.

Mientras que los virus se propagan rápidamente a través de regiones geográficamente dispersas del mundo, los procesos de comunicación relacionados con la salud, la enfermedad y la atención asumen roles fundamentales en la construcción social de representaciones, identidades y subjetivaciones. Además, los discursos de los medios sobre las crisis mundiales configuradas en diferentes contextos de pandemia muestran arreglos capitalistas, regímenes morales, políticas para normalizar cuerpos y procesos de disputas sobre la verdad en torno a la ciencia.

En las sociedades contemporáneas, los medios se han convertido en espacios fundamentales en la construcción social de crisis e inestabilidades. Considerando específicamente los contextos y las especificidades de las diferentes pandemias, como la gripe española, el VIH-SIDA, el Ébola, la gripe aviar, la gripe H1N1 y, más recientemente, Covid-19, podemos reflexionar de qué manera las amenazas y las consecuencias de Las enfermedades infecciosas diseminadas por todo el mundo han sido articuladas por discursos mediáticos para la representación de pandemias como el lugar de crisis sanitarias, (bio) políticas, institucionales, económicas, sociales y culturales.

Con base en enfoques que involucren el estudio de la información sobre comunicación y salud, se privilegiarán las propuestas de artículos originales relacionados con los resultados de la investigación científica que analicen contextos de crisis, ya sean endémicos, epidémicos o pandémicos, considerando los siguientes ejes temáticos:

• las configuraciones comunicacionales de las crisis mundiales de salud;

• narrativas mediáticas en la construcción social de epidemias y pandemias;

• disputas sobre la verdad sobre la ciencia: post-verdad, desinformación, ignorancia, hechos alternativos y noticias falsas;

• los procesos de politización de la salud y la ciencia;

• representaciones mediáticas de identidad y diferencia en los procesos de moralización de la salud;

• pánico sanitario moral y las regulaciones de individuos y poblaciones;

• la estigmatización de los grupos sociales, la regulación de los hábitos y la normalización de los cuerpos;

• las formas de comunicación en los procesos de resistencia articulados por grupos sociales estigmatizados;

• políticas y estrategias de comunicación e información en gestión de crisis;

• los vínculos entre comunicación, información y educación en la prevención y el control de las crisis de salud;

• información científica y tecnológica en salud como forma estratégica de producción de conocimiento;

• acceso a información e información epidemiológica de salud en contextos de crisis.

 

Editores invitados: Ravindra Kumar Vemula y Allan Santos.

Plazo de presentación de artículos: hasta el 8 de septiembre de 2020.

Publicación: hasta diciembre de 2020.

 

Al enviar el trabajo, informe en “comentarios para el editor” el dossier al que se refiere.

 
Publicado: 2020-07-17
 

MANUTENÇÃO CONCLUÍDA

 

Prezados autores, editores e pareceristas,

O sistema da Reciis está novamente disponível para uso. A manutenção foi realizada com êxito. Agradecemos a compreensão. 

Atenciosamente,
Equipe editorial da Reciis

 
Publicado: 2020-06-09
 

SISTEMA EM MANUTENÇÃO: 9/06/2020

 

Prezados autores, editores e pareceristas,

hoje, 9/6/2020, o sistema passará por manutenção das 12h às 17h. Por favor, mesmo que o site esteja disponível, não façam qualquer inserção de dados ou movimentação nos textos. Avisaremos aqui a liberação novamente para o uso.

Atenciosamente,

Equipe Editorial 

 
Publicado: 2020-06-09
 

Fast Track: Covid-19

 

Desde o mês de abril, a Reciis adotou procedimentos para agilizar o processo de avaliação editorial, revisão por pares e publicação de artigos aprovados (fast track), relacionados à emergência sanitária decorrente da Covid-19.

Os artigos deverão contemplar as interfaces entre a comunicação, informação e saúde, seguindo as normas estabelecidas pela Reciis, que estão disponíveis no site da Revista. Dúvidas devem ser encaminhadas para o e-mail reciis@icict.fiocruz.br

 

 
Publicado: 2020-05-04 Mais...
 

Dossiê Preservação digital (v.14, n.3) jul-set 2020

 

 

A preservação digital – um conjunto contínuo de ações destinadas a assegurar a longevidade dos documentos digitais, garantindo o acesso, a interpretação e o uso desses documentos ao longo do tempo – se transformou em um dos desafios mais prementes da nossa época, não apenas para aqueles que lidam diretamente com a gestão de acervos, como as bibliotecas, arquivos e museus, mas praticamente em todas as áreas, incluindo o campo da saúde e das ciências em geral.

Apesar de a preservação digital ser um tema bastante discutido internacionalmente, sua efetiva implementação ainda encontra desafios consideráveis, sobretudo em relação à adoção de políticas públicas e institucionais, além da produção de instrumentos normativos e processuais necessários à sua execução. Outro grande desafio é vencer a obsolescência tecnológica, que afeta equipamentos, programas de computadores, formatos de arquivos e os suportes onde são armazenados os documentos digitais.

No contexto da pesquisa e prática em saúde, não podemos ignorar que medidas para a preservação digital de registros eletrônicos de saúde, sistemas de gestão, ensaios clínicos e outros dados de pesquisa são necessárias tanto para salvaguardar o acesso à informação como para garantir a autenticidade, a confiabilidade e a acessibilidade desses registros digitais ao longo do tempo.

Esse dossiê acolherá propostas de artigos resultado de investigação científica abrangendo diversas habilidades e diferentes estágios na jornada da preservação digital, privilegiando os seguintes temas:

  • Políticas públicas e institucionais sobre preservação digital e sua importância para o campo da saúde e da produção científica
  • O acervo digital como fonte de pesquisa histórica para as ciências da saúde
  • Preservação digital e políticas de acesso à informação
  • Heterogeneidade de tipologias e formatos em acervos digitais no campo da saúde
  • Infraestrutura de sistemas de gestão da preservação e repositórios digitais confiáveis, incluindo ferramentas, padrões e melhores práticas
  • Padrões e estrutura de metadados descritivos, técnicos e de preservação
  • Planos e estratégias de preservação digital
  • Redes de cooperação, comunidades de prática e projetos de código aberto para preservação digital
  • Formação e qualificação de profissionais para a prática da preservação digital
  • Gestão de direitos intelectuais na preservação digital
  • Controle e gerenciamento de custos e financiamento das atividades de preservação digital a longo prazo.

 

Editores convidados: Miguel Ángel Márdero Arellano, Luciana Danielli, Andréa Gonçalves

Prazo de submissão de artigo: até o dia 18 de maio de 2020

Publicação: até setembro de 2020

 

Ao submeter o trabalho, informe em “comentários para o editor” o dossiê a qual ele se refere.

 

Digital Preservation Dossiers    

Digital preservation -- a continuous set of actions to ensure the longevity of digital documents, ensuring access to, interpretation of and use of these documents over time -- has become one of the most pressing challenges of our era, not only for those who deal directly with archives management, such as libraries, archives and museums, but in almost all fields, including health care and the sciences in general.

Although digital preservation is discussed frequently worldwide, effective implementation still faces considerable hurdles, especially with respect to the adoption of public and institutional policies, not to mention the development of standards and procedures needed to carry out the policies. Another great challenge is to overcome technological obsolescence, which affects equipment, computer programs, file formats and the physical media on which the digital documents are stored.

In the context of health care research and practices, we cannot ignore that measures for digital preservation of electronic health care records, management systems, clinical trials and other research data are needed to both safeguard access to information and ensure the authenticity, reliability and accessibility of these digital records over time.

This special issue is accepting proposed scientific research articles on the different skills and stages involved in digital preservation, focusing on the following themes:

  • Public and institutional policies on digital preservation and its importance in the fields of health care  and scientific research
  • Digital archives as a source for historical health sciences research
  • Digital preservation and information access policies
  • The heterogeneity of types and formats in digital health care archives
  • Infrastructure for preservation management systems and reliable digital repositories, including tools, standards and best practices
  • Descriptive, technical metadata structure standards to support preservation
  • Digital preservation plans and strategies
  • Cooperation networks, practice communities and open-source projects related to digital preservation
  • Training and certification of professionals to practice digital preservation
  • Management of intellectual property rights related to digital preservation
  • Administration and management of costs and financing of digital preservation over the long term.

 

Invited editors: Miguel Ángel Márdero Arellano, Luciana Danielli, Andréa Gonçalves

Deadline for submission of articles: May 18, 2020

Publication: by September 2020

 

 Dossier Preservación Digital

La preservación digital – un conjunto continuo de acciones destinadas a asegurar la longevidad de documentos digitales, garantizando su acceso, interpretación y uso a lo largo del tiempo – se transformó en uno de los desafíos más apremiantes de nuestra época, no solo para quienes lidian directamente con la gestión de acervos: bibliotecas, archivos y museos, sino prácticamente en todas las áreas, incluyendo el campo de la salud y de las ciencias en general.

No obstante la preservación digital ser un tema bastante discutido internacionalmente, su efectiva implementación aún enfrenta desafíos considerables, sobre todo en relación con la adopción de políticas públicas e institucionales, además de la producción de instrumentos normativos y procesales necesarios para su ejecución. Otro gran desafío es vencer la obsolescencia tecnológica, que afecta equipamientos, programas de computadores, formatos de archivos y soportes de almacenamiento digital de documentos.

Dentro del contexto de la investigación y la práctica en salud, no pueden ser ignorados cuales medidas de preservación digital de registros electrónicos de salud, sistemas de gestión, ensayos clínicos y otros datos de investigación son necesarios para salvaguardar el acceso a la información y garantizar la autenticidad, confiabilidad y  accesibilidad de esos registros digitales a lo largo del tiempo.

Este dossier incluirá propuestas de artículos fruto de investigaciones científicas que abarcan diversas habilidades y diferentes etapas de la jornada de preservación digital. Y privilegiará los siguientes temas:

  • Políticas públicas e institucionales sobre preservación digital y su importancia en el campo de la salud y de la producción científica
  • El acervo digital como fuente de investigación histórica para las ciencias de la salud
  • Preservación digital y políticas de acceso a la información
  • Heterogeneidad de tipologías y formatos en acervos digitales en el campo de la salud
  • Infraestructura de sistemas de gestión de la preservación y repositorios digitales confiables, incluyendo herramientas, modelos y mejores prácticas
  • Modelos y estructura de metadatos descriptivos, técnicos y de preservación
  • Planos y estrategias de preservación digital
  • Redes de cooperación, comunidades de práctica y proyectos de código abierto para preservación digital
  • Formación y cualificación de profesionales en prácticas de preservación digital
  • Gestión de derechos intelectuales en la preservación digital
  • Control y gerenciamiento de costos y financiación de actividades de preservación digital a largo plazo.

 

Editores invitados: Miguel Ángel Márdero Arellano, Luciana Danielli, Andréa Gonçalves

Plazo de presentación de artículos: 18 de mayo de 2020

Publicación: Septiembre de 2020.

Ao submeter o trabalho, informe em “comentários para o editor” o dossiê a qual ele se refere.

 

 
Publicado: 2020-02-14
 

Dossiê Comunicação e Meio Ambiente (Communication and Environment) (Comunicación y Médio ambiente) v.14, n.2 - 2020

 

Comunicação e Meio Ambiente

As investigações sobre questões ambientais vêm assumido relevância cada vez maior, sobretudo no que diz respeito ao caráter sistêmico e global das mais diversas problemáticas. Eventos recentes no mundo inteiro vêm contribuindo com o reconhecimento da interdependência entre as sociedades e o mundo natural. Nos últimos meses, o Brasil, por exemplo, foi destaque na mídia internacional com a intensificação das queimadas na região da Amazônia. Mais recentemente o derramamento de óleo na costa do Nordeste do País, um evento sem precedentes na história brasileira, evidenciou não somente a problemática envolvendo o papel do Estado em seu enfrentamento, mas também deu visibilidade aos cientistas como atores preponderantes. 

 Na chamada era da pós-verdade, operadores políticos no mundo inteiro abraçaram o negacionismo climático, pondo em risco décadas de esforços direcionados a encontrar soluções globais para as mudanças climáticas. Uma das principais características dos discursos negacionistas é a contestação da autoridade científica. 

  A complexidade de tal contexto ressalta o caráter interdisciplinar e multidimensional que permeia o seu enfrentamento, mas também revela como os diferentes matizes ideológicos se posicionam no sentido de reconhecer o revestimento político das questões ambientais, conforme revelam as diferentes articulações e embates travados nas plataformas de redes sociais. Essa nova realidade impõe um grande desafio, sobretudo na atribuição de responsabilidade e no próprio reconhecimento da amplitude dos impactos decorrentes, tanto no que diz respeito ao mundo natural como também quando nos voltamos para as populações humanas.  

Assim, novos desafios são colocados às investigações, suscitando o interesse pela compreensão do papel da mídia na comunicação ambiental, com seus desdobramentos para a constituição das subjetividades ambientais e no estímulo às mais diversas formas de engajamento - a polarização entre discursos de proteção e cuidado com o meio ambiente e com as populações nativas versus discursos em favor da desregulamentação plena para permitir a livre exploração dos recursos naturais descortina um contexto maniqueísta com sérias implicações nas políticas ambientais globais.

Nesta edição, o dossiê está empenhado em contemplar estudos sobre a comunicação de temáticas ambientais, são privilegiadas propostas de artigos relacionados a investigações científicas sobre os seguintes temas:

- a compreensão pública de questões ambientais;

- os processos de politização do debate ambiental;

- ativismos e redes sociais digitais em relação a questões ambientais;

- os usos e as construções políticas da natureza;

- a produção de consciências ambientais e estilos de vida saudável: veganismo, vegetarianismo e outras práticas culturais;

- as controvérsias em torno de questões ambientais em contextos locais, nacionais e globais;

- as políticas ambientais nas relações internacionais;

- os desafios da sustentabilidade e as práticas predatórias de exploração ambiental;

- as percepções de risco como construções socioculturais;

-  a produção de sentidos de catástrofes naturais na mídia;

- as representações visuais dos problemas ambientais;

-  as relações entre agronegócio, alimentação e agrotóxicos;

- a agricultura familiar e formas alternativas de produção agrícola;

- o meio ambiente e os sistemas de informação;

- a produção científica sobre meio ambiente e sociedade.

 

Editores convidados: Isaltina Mello Gomes, Pieter Maeseele e Priscila Muniz de Medeiros

Prazo de submissão de artigo: até o dia 22 de março de 2020

Publicação: junho de 2020

 

Ao submeter o trabalho, informe em “comentários para o editor” o dossiê a qual ele se refere.

 

 

Communication and Environment

Investigations on environmental issues are becoming increasingly relevant, especially regarding the systemic and global character of the most diverse issues. Recent events all over the world contribute to the recognition of the interdependence between societies and the natural world. In recent months, Brazil, for example, has been featured in international media with the intensification of fires in the Amazon region. More recently, the oil spill on the northeastern coast of the country, an unprecedented event in Brazilian history, has not only highlighted the problems surrounding the role of the state in its coping but has also given visibility to scientists as leading players.

In the so-called post-truth era, political operators around the world have embraced climate negationism, jeopardizing decades of efforts to find global solutions to climate change. One of the main features of negationist discourses is the contestation of scientific authority.

The complexity of such a context highlights the interdisciplinary and multidimensional character that permeates its confrontation, but also reveals how the different ideological nuances are positioned to recognize the political lining of environmental issues, as revealed by the different articulations and clashes in social network platforms. This new reality poses a significant challenge, especially in the attribution of responsibility, and in recognizing the extent of the impacts that arise, both regarding the natural world and human populations. 

Thus, new challenges are presented to the investigations, arousing interest in understanding the role of the media in environmental communication, with its consequences for the constitution of environmental subjectivities and in stimulating the most diverse forms of engagement - the polarization between discourses of protection and care toward the environment and native populations versus speeches in favor of full deregulation to allow free exploitation of natural resources unveils a Manichean context with serious implications for global environmental policies.

In this issue, the dossier is committed to include studies on the communication of environmental issues, and proposals for articles related to scientific research on the following topics are privileged:

 

- public understanding of environmental issues;

- processes of (de)politicization of environmental debate;

- activism and digital social networks concerning environmental issues;

- the uses and the political constructions of nature;

- the production of environmental awareness and healthy lifestyles: veganism, vegetarianism, and other cultural practices;

- controversies surrounding environmental issues in local, national, and global contexts;

- environmental policies in international relations;

- sustainability challenges and predatory environmental exploitation practices;

- risk perceptions as sociocultural constructions;

- the production of meanings of natural disasters in the media;

- visual representations of environmental problems;

- the relationships between agribusiness, food, and pesticides;

- family farming and alternative forms of agricultural production;

- the environment and information systems;

- scientific production on environment and society.

 

Guest editors: Isaltina Mello Gomes, Pieter Maeseele e Priscila Muniz de Medeiros

Deadline for Article Submission: March 22, 2020

Publication: June, 2020

 


Comunicación y médio ambiente

Las investigaciones sobre asuntos ambientales vienen asumiendo relevancia cada vez mayor, sobre todo respecto al carácter sistémico y global de las más diversas problemáticas. Eventos recientes han contribuido al reconocimientode la interdependencia entre las sociedades y el mundo natural. En los últimos meses, Brasil, por ejemplo, fue destaque en la media internacional con la intensificación de las quemadas en la región de la Amazonia. Más recientemente el derramamiento de óleo en la costa del Nordeste del país, un evento sin precedentes en la historia brasileña, evidenció no solamente la problemática involucrando el papel del Estado en su enfrentamiento, sino también su visibilidad ante los científicos como actores preponderantes.

En la llamada era de la pos-verdad, operadores políticos en el mundo entero abrazaron el negacionismo climático, poniendo en riesgo décadas de esfuerzos direccionados a encontrar soluciones globales para los cambios climáticos. Una de las principales características de los discursos negacionistas es la de la autoridad científica.

 La complejidad de tal contexto ressalta el carácter interdisciplinario y multidimensional que impregnan su enfrentamiento, como también revela como los diferentes matices ideológicos se posicionan en el sentido de reconocer el revestimiento político de los asuntos ambientales, conforme revelan las diferentes articulaciones y embates trabados en las plataformas de redes sociales. Esa nueva realidad impone un gran desafío, sobre todo en la atribución de responsabilidad y en el propio reconocimiento de la amplitud de los impactos decurrentes, tanto respecto al mundo natural como también cuando nos volcamos para las poblaciones humanas. 

Así, se presentan nuevos desafios a las investigaciones, suscitando el interés por la comprensión del papel de la media en la comunicación ambiental, con sus desdoblamientos para la constitución de las subjetividades ambientales en el estímulo a las más diversas formas de compromiso - la polarización entre discursos de protección y cuidado con el medio ambiente y con las poblaciones nativas versus discursos en favor de la desreglamentación plena para permitir la libre explotación de los recursos naturales abre un contexto maniquea con serias implicaciones en las políticas ambientales globales.

 En esta edición, en que el dossier está empeñado en contemplar estudios sobre la comunicación de temáticas ambientales, son privilegiadas propuestas de artículos relacionados a investigaciones científicas sobre los siguientes temas:

 

- la comprensión pública de asuntos ambientales;

- los procesos de politización del debate ambiental;

- activismos y redes sociales digitales en relación a asuntos ambientales;

- los usos y las construcciones políticas de la naturaleza;

- la producción de conciencias ambientales y estilos de vida saludable: veganismo, vegetarianismo y otras prácticas culturales;

-  las controversias en torno de asuntos ambientales en contextos locales, nacionales y globales;

- las políticas ambientales en las relaciones internacionales;

- los desafíos de la sustentabilidad y las prácticas predatorias de explotación ambiental;

- las percepciones de riesgo como construcciones socioculturales;

-  la producción de sentidos de catástrofes naturales en la media;

- las representaciones visuales de los problemas ambientales;

-  las relaciones entre agro-negocio, alimentación y agro-tóxicos;

- la agricultura familiar y formas alternativas de producción agrícola;

- el medio ambiente y los sistemas de información;

- la producción científica sobre medio ambiente y sociedad.

 

Editores convidados: Isaltina Mello Gomes, Pieter Maeseele y Priscila Muniz de Medeiros

Plazo de sumisión de artículos: hasta el día 22 de marzo de 2020

Publicación: junio de 2020

 

 
Publicado: 2019-11-21
 

Public call notice: Fake news and health dossier - Reciis v.14, n.1 - 2020/ Llamado público: dossier Fake news y salud – Reciis v.14, n.1 – 2020

 

The proliferation of fake news involves the controversial subject of journalistic authority, more specifically, the dominance of professional journalism systems over the totality process of news production. Historically, these professional systems have always lived with practices derived from popular culture, such as buzzes, rumors, and gossip. This brings to light the emergence of some 'isms' in journalistic practices: sensationalism (represented by the news on crimes), tabloidism, social columns, etc.

These issues become vital to the discussion about the presence, and the invasion, of outsiders at the frontiers of the professional community as they explore more recent phenomena such as 'video journalism', the real-time online news production, the denudation of productive routines previously inaccessible to the public, and an increased popularization of search engines and data collection and mining, as resources that eventually facilitated the dominion of the news process produced by dilettantes, parallel to the growth of the fake news phenomenon.

The analysis of the current context of news production shows us that this reality does not mean a possible 'death' of journalism, on the contrary, it symbolizes its expansion by calling into question the professional authority and the utilization of the social machine that manufactures and interprets events. Given this, the proliferation of blogs can also be seen as an example of outsiders' abilities to take over more institutionalized journalistic codes and conventions, making controlling news production increasingly difficult for professional journalism systems.

Thus, Reciis intends, with this dossier, to also contemplate the premise of the phenomenon of fake news associated with the circularity between the anarchic dimensions of the news process of social and digital networks along with the hierarchical and apparently organized character of traditional media. In order to promote the analysis of this zone of convergence and divergence that represents this communicative chain, we invite authors to discuss and analyze the fake news production and its multiple correlations with the health theme involving policies of 'self-care' (eating styles, body education, weight loss, etc.), health promotion (exercising, use of licit or illicit drugs, healthy body aesthetic standards, sex, etc.), and public policies (the More Doctors Program, vaccination campaigns, fighting tropical diseases such as dengue, chikungunya, etc.).

 

As a suggestion, we propose the following articulating axes for this call:

• Historicity of news production in relation to truthful ideas;

• Different discursive practices around true and false: rumors, buzzes, and fake news;

• Mediatization and mediation processes of fake news;

• Impacts of fake news on health sectors;

• Communication and information challenges in tackling fake news;

• Falsification as a demoralization strategy;

• Intersectionality between communication and health;

• Self-care policies in post-truth times;

• Circulation of fake news in health promotion;

• Policies and strategies to fight fake news in the health sector;

• Production of fake news in digital territories;

• Anti-science narratives;

• Speech, (dis) legitimation, and health.

 

Guest editors: Marco Roxo and Seane Melo

Deadline for Article Submission: December 2, 2019

Publication: March of 2020

 

Llamado público: dossier Fake news y salud – Reciis v.14, n.1 – 2020

La proliferación de noticias falsas involucra el controvertido tema de la autoridad periodística, pero específicamente el dominio de los sistemas profesionales del periodismo sobre la totalidad del proceso de producción de noticias. Históricamente, esos sistemas profesionales siempre convivieron con prácticas oriundas de la cultura popular, como rumores y chismes.  Como resultado, surgen algunos ‘ismos’ en las prácticas periodísticas: el sensacionalismo (representado por el noticiario de crímenes), el tabloidismo, las columnas sociales, etc.

Esas cuestiones son vitales para la discusión sobre la presencia y la invasión de outsiders en las fronteras de la comunidad profesional, al explorar fenómenos más recientes como el ‘video periodismo’, la producción de noticias online en tiempo real, la denudación de rutinas productivas antes inaccesibles al público y una mayor divulgación al dominio del proceso noticioso por diletantes paralelo al crecimiento del fenómeno de las noticias falsas.

El análisis del contexto actual de producción de la noticia nos muestra que esa realidad no significa una autoridad profesional y los usos de la máquina social de fabricación y de interpretación como un ejemplo de la capacidad de apropiación de los códigos y convenciones periodísticas más institucionalizadas por parte de outsiders, tornando el control de la producción noticiosa algo cada vez más difícil para los sistemas profesionales del periodismo.

Así, la Reciis pretende con ese dossier también contemplar la premisa del fenómeno de las fake news asociado a la circularidad entre las dimensiones anárquicas del proceso noticioso de las redes sociales y digitales en conjunto con el carácter jerárquico y aparentemente organizado de los medios tradicionales. A fin de promover el análisis de esa zona de convergencia y divergencia que representa esa cadena comunicativa, convidamos a los autores a discutir el análisis  de la producción de fake news y sus múltiples correlaciones con el tema salud, implicando las políticas del ‘cuidar de sí’ (formas de comer, educar el cuerpo, adelgazar etc.), de la promoción de la salud (práctica de ejercicios, uso de drogas lícitas o ilícitas, estándares estéticos del cuerpo saludable, sexo etc.) y de las políticas públicas (Más Médicos, campañas de vacunación, combate a las enfermedades tropicales como dengue, chikungunya etc.).

 

Como sugestión, proponemos los siguientes ejes articuladores para este llamado:

•             Historicidad de l_a producción de noticias en su relación con ideas de verdad;

•             Diferentes prácticas discursivas en torno de lo verdadero y lo falso: rumores, chismes y    fake news;

•             Procesos de mediatización y mediación de las fake news;

•             Impactos de las noticias falsas en los sectores de la salud;

•             Desafíos de la comunicación e información en el enfrentamiento de las fake news;

•             Falseamiento como estrategia de desmoralización;

•             Interseccionalidad entre comunicación y salud;

•             Las políticas de auto-cuidado en tiempos posteriores a la verdad;

•             Circulación de las fake news en la promoción de la salud;

•             Políticas y estrategias de combate a fake news en el campo de la salud;

•             Producción de fake news en los territorios digitales;

•             Narrativas anti-ciencia;

•             Discurso, (des)legitimación y salud.

 

Editores convidados: Marco Roxo y Seane Melo

Plazo de sumisión de artículos: hasta el día 02 de diciembre de 2019

Publicación: marzo de 2020

 

Texts that motivated the discussion:

Textos que motivaron la discusión:

 

Bock M. Citizen video journalists and authority in narrative: reviving the role of the witness. Journalism. [Internet]. 2011; 13(5):639-653. doi:10.1177/1464884911421703.

Boyd D. Did Media Literacy Backfire? Data & Society: Points. 2017 jan. 05. [citado em 2018 abr. 27]. Disponível em: https://points.datasociety.net/did-media-literacy-backfire-7418c084d88d.

Burroughs B.; Burroughs WJ. The Masal Bugduv hoax: football blogging and journalistic authority. New Media. 2011;14(3):476-491.

Caplan R. How do you deal with a problem like "fake news"?. Data & Society: Points. 2017 jan. 05. [citado 2018 abr. 18] Disponível em: https://points.datasociety.net/how-do-you-deal-with-a-problem-like-fakenews-80f9987988a9 

Carlson M. Order versus access: news search engines and the challenge to traditional journalistic roles. Media, Culture & Society. 2007; 29(6):1014-1030.

Karlsson M. The immediacy of online news, the visibility of journalistic processes and a restructuring of journalistic authority. Journalism. 2011; 12(3):279-295. doi: 10.1177/1464884910388223.

Nerone J. The historical roots of the normative model of journalism. Journalism. 2013; 14(4):446-458.

Rancière J. As novas razões da mentira. Folha de S.Paulo. Caderno Mais!. 2004 Ago. 22.

Sodré M., Paiva R. Informação e boato na rede. In: Silva G. et al., organizador. Jornalismo contemporâneo: figurações, impasses e perspectivas. Salvador: EDUFBA; 2011. Compós, 2011.

Zuckerman E. Fake news is a red herring. Deutsche Welle, 25/01/2017. [citado em 2018 abr. 27]. Disponível em: http://www.dw.com/en/fake-news-is-a-red-herring/a-37269377.

 
Publicado: 2019-10-22
 

Chamada de trabalhos: Fake News e Saúde é tema da primeira edição da Reciis de 2020

 

Até o dia 02 de dezembro é o prazo de submissão de trabalhos inéditos para o dossiê Fake News e Saúde da Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (Reciis). O periódico científico é editado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e a publicação está prevista para março de 2020.

 
Publicado: 2019-10-10 Mais...
 

Chamada pública: dossiê Fake news e saúde – Reciis v.14, n.1 - 2020

 

A proliferação de notícias falsas envolve o controverso tema da autoridade jornalística, mais especificamente o domínio dos sistemas profissionais de jornalismo sobre a totalidade do processo de produção noticiosa. Historicamente, esses sistemas profissionais sempre conviveram com práticas oriundas da cultura popular, como boatos, rumores e fofocas.  Com isso, vem à tona o surgimento de alguns ‘ismos’ nas práticas jornalísticas: o sensacionalismo (representado pelo noticiário de crimes), o tabloidismo, as colunas sociais etc.

Essas questões tornam-se vitais para a discussão sobre a presença, e a invasão, de outsiders nas fronteiras da comunidade profissional, ao explorarem fenômenos mais recentes como o ‘videojornalismo’, a produção de notícias online em tempo real, o desnudamento de rotinas produtivas antes inacessíveis ao público e uma maior popularização dos mecanismos de busca, de coleta e mineração de dados, recursos que acabaram por facilitar o domínio do processo noticioso por diletantes paralelo ao crescimento do fenômeno das notícias falsas.

A análise do contexto atual de produção da notícia nos mostra que essa realidade não significa uma possível ‘morte’ do jornalismo, pelo contrário, simboliza a sua expansão, ao colocar em questão a autoridade profissional e os usos da máquina social de fabricação e de interpretação dos acontecimentos. Em vista disso, a proliferação de blogs pode ser vista também como um exemplo da capacidade de apropriação dos códigos e convenções jornalísticas mais institucionalizadas por parte de outsiders, tornando o controle da produção noticiosa algo cada vez mais difícil para os sistemas profissionais do jornalismo.

Assim, a Reciis pretende com esse dossiê também contemplar a premissa do fenômeno das fake news associado à circularidade entre as dimensões anárquicas do processo noticioso das redes sociais e digitais em conjunto com o caráter hierárquico e aparentemente organizado das mídias tradicionais. A fim de promover a análise dessa zona de convergência e divergência que representa essa cadeia comunicativa, convidamos os autores à discussão e à análise da produção de fake news e suas múltiplas correlações com o tema saúde, envolvendo as políticas do ‘cuidar de si’ (formas de comer, educar o corpo, emagrecer etc.), da promoção da saúde (prática de exercícios, uso de drogas lícitas ou ilícitas, padrões estéticos do corpo saudável, sexo etc.) e das políticas públicas (Mais Médicos, campanhas de vacinação, combate às doenças tropicais como dengue, chikungunya etc.).

 

 

Como sugestão, propomos, para esta chamada, os seguintes eixos articuladores:

 

  • Historicidade da produção noticiosa em sua relação com ideias de verdade;
  • Diferentes práticas discursivas em torno do verdadeiro e do falso: rumores, boatos e fake news;
  • Processos de midiatização e mediação das fake news;
  • Impactos das notícias falsas nos setores da saúde;
  • Desafios da comunicação e informação no enfretamento das fake news;
  • Falseamento como estratégia de desmoralização;
  • Interseccionalidade entre comunicação e saúde;
  • As políticas do cuidar de si em tempos de pós-verdade;
  • Circularização das fake news na promoção da saúde;
  • Políticas e estratégias de combate a fake news no campo da saúde;
  • Produção de fake news nos territórios digitais;
  • Narrativas anticiência;
  • Discurso, (des)legitimação e saúde.

 

 

 

Editores convidados: Marco Roxo e Seane Melo

Prazo de submissão de artigos: até o dia 02 de dezembro de 2019

Publicação: março de 2020

 

Textos que motivaram a discussão:

Bock M. Citizen video journalists and authority in narrative: reviving the role of the witness. Journalism. [Internet]. 2011; 13(5):639-653. doi:10.1177/1464884911421703.

 

Boyd D. Did Media Literacy Backfire? Data & Society: Points. 2017 jan. 05. [citado em 2018 abr. 27]. Disponível em: https://points.datasociety.net/did-media-literacy-backfire-7418c084d88d.

 

Burroughs B.; Burroughs WJ. The Masal Bugduv hoax: football blogging and journalistic authority. New Media. 2011;14(3):476-491.

 

Caplan R. How do you deal with a problem like "fake news"?. Data & Society: Points. 2017 jan. 05. [citado 2018 abr. 18] Disponível em: https://points.datasociety.net/how-do-you-deal-with-a-problem-like-fakenews-80f9987988a9.

 

Carlson M. Order versus access: news search engines and the challenge to traditional journalistic roles. Media, Culture & Society. 2007; 29(6):1014-1030.

 

Karlsson M. The immediacy of online news, the visibility of journalistic processes and a restructuring of journalistic authority. Journalism. 2011; 12(3):279-295. doi: 10.1177/1464884910388223.

 

Nerone J. The historical roots of the normative model of journalism. Journalism. 2013; 14(4):446-458.

 

Rancière J. As novas razões da mentira. Folha de S.Paulo. Caderno Mais!. 2004 Ago. 22.

 

Sodré M., Paiva R. Informação e boato na rede. In: Silva G. et al., organizador. Jornalismo contemporâneo: figurações, impasses e perspectivas. Salvador: EDUFBA; 2011. Compós, 2011.

 

Zuckerman E. Fake news is a red herring. Deutsche Welle, 25/01/2017. [citado em 2018 abr. 27]. Disponível em: http://www.dw.com/en/fake-news-is-a-red-herring/a-37269377.

 
Publicado: 2019-10-11 Mais...
 

Prorrogação de prazo para o envio de trabalhos - Dossiê Saúde, etnicidades e diversidade cultural

 

Novo prazo de submissão vai até o dia 26 de agosto

O prazo para submissão de artigos inéditos para o dossiê Saúde, etnicidades e diversidade cultural: comunicação, territórios e resistência da Reciis foi prorrogado. A nova data é até o dia 26 de agosto. 


 
Publicado: 2019-08-14 Mais...
 

Reciis lança chamada pública para dossiê Saúde, etnicidades e diversidade cultural

 

Até o dia 12 de agosto é o prazo de submissão de artigos originais e inéditos para o dossiê Saúde, etnicidades e diversidade cultural: comunicação, territórios e resistências da Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (Reciis). O periódico científico é editado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A publicação está prevista para dezembro.

 
Publicado: 2019-06-12 Mais...
 

Chamada Pública - Saúde, etnicidades e diversidade cultural: comunicação, territórios e resistências

 

Os marcos constitucionais de 1988 fortaleceram a luta histórica de diversos grupos por seus direitos territoriais e socioculturais e a construção de políticas públicas de saúde específicas no Brasil. Neste momento, quando muitas dessas conquistas são ameaçadas por questões estruturais e conjunturais como o racismo, a intolerância religiosa, a desvalorização das pautas sociais e a prevalência do viés econômico na tomada de decisões, é necessário retomar que persistem no país expressivas iniquidades em saúde entre diferentes grupos étnicos. Essas iniquidades têm ganhado maior visibilidade tanto pela inclusão das variáveis de raça/cor nos sistemas de informação quanto pelo uso de diferentes estratégias de comunicação.

Essas questões são extremamente relevantes no contexto da recente comemoração dos 70 anos da Declaração de Direitos Humanos e de construção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas — cujos objetivos e metas apontam para a garantia de que todos os seres humanos possam realizar o seu potencial em dignidade e igualdade, em um ambiente saudável — e se articulam diretamente à luta pela democratização da comunicação, essencial para efetivação do direito à saúde e para a defesa da democracia.

Esse dossiê pretende contribuir com o debate que relaciona comunicação, saúde e etnicidade, propondo um diálogo horizontal entre campos de conhecimento diversos como história, antropologia, geografia, epidemiologia, direito, demografia, entre outros. O que se busca são contribuições multidisciplinares que discutam a determinação social da saúde dos diferentes grupos étnicos e as relações existentes entre suas condições de saúde, suas possibilidades comunicativas e a efetivação de políticas públicas. Consideramos particularmente relevantes perspectivas que articulem o direito à comunicação, às lutas por território e às estratégias de resistências desses grupos. 

 

 Como sugestão, propomos, para esta chamada, os seguintes eixos articuladores: 

 

- Etnicidade como lugar de fala: poderes, resistências e problemáticas;

- Dinâmica dos processos históricos, identitários, demográficos e de saúde-doença-cuidado de populações tradicionais, incluindo povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;

- Direito à saúde como direito à terra: tensões e conflitos na demarcação de terras indígenas e de quilombolas;

- Políticas públicas do pertencimento cultural, de direito à diversidade e combate ao racismo, como políticas de ação afirmativa e processos de reparação;

- (In)visibilidade social, epidemiológica e midiática e sua repercussão na condução de políticas públicas;

- Avaliação e análise crítica de políticas de saúde direcionadas a grupos étnicos e estratégias de fortalecimento da sua participação e protagonismo;

- Democratização da comunicação como determinante da saúde: garantindo o direito à voz e à escuta de indivíduos e grupos sociais; 

- Determinantes estruturais relacionadas ao racismo, intolerância religiosa, discursos de ódio e discriminação de grupos étnicos, em suas articulações com os campos da comunicação e da saúde;

- Processos de comunicação, mediações culturais e estratégias de resistência na construção do pertencimento identitário, do direito à diferença e no combate ao racismo;

- Novas tecnologias e plataformas de comunicação e seu potencial para promoção da diversidade e do respeito às diferenças;

- Mídia, discurso de ódio e racismo estrutural nas redes sociais online;

- Comunicação e informação na manutenção/enfrentamento do racismo institucional;

- Intolerância religiosa, evangelização e outras violências no campo midiático: o discurso hegemônico dos meios e as práticas contra-hegemônicas;

- Sistemas de informação em saúde e evidenciamento das desigualdades sociais entre grupos étnicos;

- O respeito à consulta prévia informada e a participação dos povos tradicionais no uso, gestão e conservação de seus territórios;

 

Editores responsáveis: Adriano De Lavor e Ana Lúcia Pontes

Prazo para submissão de artigos: até o dia 12 de agosto de 2019.

Publicação: dezembro de 2019.

 
Publicado: 2019-06-12
 

40 ANOS DE MOVIMENTO LGBT NO BRASIL: COMUNICAÇÃO, SAÚDE E DIREITOS HUMANOS

 

Reciis prorroga até o dia 8 de fevereiro o prazo para submissão de trabalhos sobre diversidade sexual e de gênero.

Até o dia 08 de fevereiro! Este é o novo prazo para pesquisadores desta temática submeterem trabalhos ao dossiê 40 anos de Movimento LGBT no Brasil: Comunicação, Saúde e Direitos Humanos na Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (RECIIS), editada pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT) da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). A prorrogação se deve aos problemas de rede na Fiocruz ocorrido nos últimos dias.

De acordo com o editor convidado para o dossiê, Vinicius Ferreira, refletir sobre as questões relacionadas à diversidade sexual e de gênero na história passa fortemente pelo campo da saúde, principalmente, nas definições sobre o que é doença. “No início do século XX havia um discurso que incorporava os homossexuais e as dissidências sexuais como desvio e como doença mental. No entanto, a partir da segunda metade do século, pesquisadores, movimentos e sociedade contribuíram para tirar as diferenças sexuais e de gênero do lugar da doença”, destaca.

Vinicius ressalta, porém, que a discussão de gênero se inscreve num campo em constante disputas. Com grande participação do movimento LGBT, houve um avanço no tratamento HIV/AIDS na saúde pública, “mas é preciso melhorarmos o acolhimento das pessoas trans no SUS, por exemplo”. Numa perspectiva social mais ampla, na qual a saúde se insere, Vinicius destaca que os tabus e mitos sociais ainda baseados em dogmas religiosos e preceitos morais impossibilitam a qualidade de vida da população LGBT.

A RECIIS é um periódico interdisciplinar trimestral de acesso aberto, revisado por pares e sem ônus para o autor. Publica textos inéditos e em fluxo contínuo de interesse para as áreas de comunicação, informação e saúde, em português, inglês ou espanhol.

Vinicius Ferreira é jornalista pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), mestre e doutorando em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). Desenvolve pesquisas sobre história do jornalismo, gênero, imprensa homossexual. Organizou o livro "Estudos em gênero: uma perspectiva multidisciplinar" (com Thiago Silveira e Socorro Baptista). 

Para dúvidas e mais informações: reciis@icict.fiocruz.br ou pelo messenger da nossa página do facebook: https://www.facebook.com/ReciisIcictFiocruz/

 

 
Publicado: 2019-06-12
 

Chamada Pública - Dossiê 40 ANOS DE MOVIMENTO LGBT NO BRASIL: COMUNICAÇÃO, SAÚDE E DIREITOS HUMANO

 

O movimento LGBT organizado comemorou em 2018, 40 anos de atuação no Brasil. A historiografia consolidou como marco fundador da militância homossexual no país a criação do grupo Somos - Grupo de Afirmação Homossexual, em 1978. O movimento em defesa dos direitos LGBT surgiu como um ato de resistência em plena ditadura militar, marcada pela repressão e por ideais conservadores.

O dossiê, ao comemorar os 40 anos do movimento LGBT brasileiro, pretende reunir trabalhos que rememorem criticamente os marcos temporais desta história. Buscamos promover o debate acerca dos acontecimentos do passado para ajudar a refletir sobre os desafios do presente. Convidamos, assim, os autores interessados, a enviarem artigos que articulem a história do movimento com aspectos do campo da comunicação, da saúde e dos direitos humanos. 

Como sugestão, propomos, para esta chamada, os seguintes eixos articuladores: 

  • A formação e a transformação do movimento LGBT no Brasil
  • O impacto da HIV/AIDS e os novos desafios pós-coquetel
  • Imprensa Homossexual
  • Grupos Militantes, Associações e ONGs de ação LGBT
  • Cultura midiática e personalidades LGBT
  • Estratégias e produtos comunicacionais para o engajamento político em torno de causas LGBT
  • Invisibilidades e apagamentos
  • Violência e crimes de ódio contra a população LGBT
  • Comunicação e narrativas públicas de empoderamento
  • Despatologização e descriminalização das identidades de gênero e orientação sexual
  • Atendimento no SUS a população LGBT
  • Travestis e Transsexuais: o acesso ao ensino e o ingresso no mercado de trabalho
  • Interseccionalidade

 

Editor convidado: Vinícius Ferreira (UFRJ)

Prazo para submissão de artigos: até 8 de Fevereiro de 2019

Publicação: junho de 2019

 

 
Publicado: 2019-06-12
 

APOIO

 

 
Publicado: 2014-03-18
 
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