Gênero, democracia e filosofia da ciência

Sandra Harding

Resumo


Epistemologias feministas e filosofias da ciência questionaram padrões convencionais de objetividade, racionalidade, “bom método” e “ciência real”. Este texto enfoca os padrões mais fortes, reivindicados por feministas, para maximizar a objetividade e os desafios às filosofias e histórias da ciência convencionais resultantes do conhecimento de tradições da ciência e tecnologia não-ocidentais. As ciências e filosofias da ciência que quiserem promover o progresso e a justiça sociais não poderão fazê-lo se ignorarem esses desafios feitos por grupos localizados nas “periferias do Iluminismo”.

Palavras-chave


Gênero, democracia, filosofia da ciência, epistemologias feministas, ciência não-ocidental

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v1i1.891

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e-ISSN 1981-6278 

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