Uso de dispositivo móvel para comunicação alternativa de pacientes em cuidados intensivos

Graciela de Brum Palmeiras, Luiz Antônio Bettinelli, Adriano Pasqualotti

Resumo


Em determinadas situações a comunicação oral se encontra comprometida e os gestos podem não ser interpretados de forma clara, realidade vivenciada por pacientes impossibilitados de se comunicarem oralmente internados no centro de terapia intensiva. Estes pacientes muitas vezes têm meios limitados de comunicação, realizados por meio do piscar dos olhos, cartões ilustrativos, ou pela escrita. Avaliou-se o uso de dispositivo assistivo móvel como uma forma alternativa de comunicação entre o paciente em cuidados intensivos e o profissional de saúde. Participaram do estudo 32 pacientes impossibilitados de se comunicarem oralmente. Foram utilizados na análise estatística os testes de Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e qui-quadrado. Foi adotado um nível de significância de 0,05. Houve diferença significativa apresentada na relação entre a condição de não comunicação oral do paciente e sexo (p < 0,001) e entre as telas iniciais de interação e sexo (p = 0,033). A comunicação proporcionada pelo dispositivo assistivo móvel pode beneficiar a construção tanto de mensagens básicas quanto de complexas entre paciente e profissional de saúde.

 


Palavras-chave


Tecnologia assistiva; Comunicação alternativa; Centro de terapia intensiva; Assistência ao paciente; Informática em saúde

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DOI: http://dx.doi.org/10.3395/reciis.v7i2.534

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e-ISSN 1981-6278 

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