Ciência, saúde e subjectividades individuais: os públicos da saúde

Rosário Rosa

Resumo


Este artigo parte de alguns dos debates atuais em torno da ciência moderna e da sua relação com os indivíduos, para a problematização da saúde, no cruzamento da sua dimensão pública (vinculada ao paradigma cientifico, biomédico) com a experiência subjetiva, individual, leiga (de construção plural). Com base na reflexão em torno dos debates sobre a crise da ciência e dos ‘públicos da ciência’, analisamos algumas das transformações sociais ocorridas no campo da saúde que também a enquadram num momento de crise, problematizando as relações dos indivíduos leigos com os saberes e práticas de saúde nas sociedades ocidentais contemporâneas. Transpomos para este debate o conceito de ‘públicos’ sugerindo a exploração dos ‘públicos da saúde’ enquanto conceito com potencial analítico das relações entre um grupo de indivíduos (crescente) informados, reflexivos, participativos e críticos com os saberes e práticas de saúde que se cruzam na modernidade tardia

Palavras-chave


Ciência; Saúde; Medicina; Públicos da Ciência; Públicos da Saúde

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DOI: https://doi.org/10.3395/reciis.v6i3.462

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e-ISSN 1981-6278 

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