A Conferência que virou (quase só) história

João Caldeira Brant Monteiro de Castro

Resumo


Esta nota de conjuntura avalia o processo decorrente da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), tendo em vista o marco de dez anos de sua realização. O autor argumenta que o principal resultado da Conferência foi abrir espaço para o Estado brasileiro superar a ausência de um sistema regulatório e de regras que redesenhassem o sistema de comunicação brasileiro. Ao decidir não ocupar este espaço aberto, o governo federal perdeu a última oportunidade que se abriu para estabelecer uma nova dinâmica para o setor. São analisadas também as modificações no cenário político e econômico desde a realização da Conferência. O autor conclui que, embora os apontamentos dados pela Confecom em relação à convergência tecnológica não respondam a especificidades do momento atual, poderiam, se tivessem sido efetivados, ter preparado o país para enfrentar os desafios novos e conter a força política e econômica dos atores do setor.


Palavras-chave


Comunicação; Conferência Nacional; Sociedade civil; Estado brasileiro; Políticas públicas.

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v14i1.2041

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e-ISSN 1981-6278 

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