Zika e microcefalia no Facebook da Fiocruz: a busca pelo diálogo com a população e a ação contra os boatos sobre a epidemia

Paloma da Silva Barreto, Luís de Amorim, Marcelo Pereira Garcia, Carla Almeida

Resumo


Este artigo analisa a abordagem da epidemia de zika e microcefalia pela página da Fundação Oswaldo Cruz no Facebook entre maio de 2015 e maio de 2016. Seguindo procedimentos da análise de conteúdo, destacamos características das postagens sobre o tema a partir de sua frequência, enquadramento, formato e engajamento. Também analisamos qualitativamente parte dos comentários das postagens de maior engajamento. Os resultados mostram o destaque recebido pelo tema na página e evidenciam a priorização do enfoque científico e político-institucional, o emprego da ciência para conferir credibilidade aos conteúdos e a popularidade das postagens sobre boatos junto ao público. Constatou-se, ainda, pouca interação por parte da Fiocruz e pequena variação dos formatos empregados nas postagens, com priorização de recursos tradicionais.


Palavras-chave


Comunicação e saúde; Divulgação científica; Zika; Microcefalia; Facebook.

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DOI: https://doi.org/10.29397/reciis.v14i1.1792

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e-ISSN 1981-6278 

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