Coletivo Bee, luta LGBTT e saúde integral: diversidade sexual e de gênero no ambiente universitário

Claudio José dos Santos Júnior, John Victor dos Santos Silva, Eden Erick Hilário Tenório de Lima, Waldez Cavalcante Bezerra

Resumo


O presente artigo trata-se de um trabalho descritivo sobre o Coletivo Bee, um movimento estudantil pertencente à Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas que surgiu com o objetivo de implantar o movimento LGBTT na Universidade para discutir o preconceito de gênero e de orientação sexual, por meio de ações de empoderamento e de emancipação das minorias LGBTTs. Ao longo de sua trajetória, o Coletivo desenvolveu atividades como reuniões para discussão das temáticas relacionadas ao movimento, organização de eventos, atividades de protestos, cyber ativismo, participação na regulamentação
e implantação do uso do nome social, entre outras atividades com finalidade de trazer a reflexão sobre a cidadania e a saúde da população LGBTT. Sua importância esteve concentrada na integração de lésbicas,
gays, bissexuais, travestis e transexuais à sociedade e, sobretudo, na busca de assegurar o direito ao acesso integral aos serviços da rede pública de saúde e fortalecer a Política Nacional de Saúde Integral LGBTT na formação universitária.


Palavras-chave


Movimento social; Minorias sexuais; Equidade em saúde; Saúde holística; Relações Interpessoais; Política Nacional de Saúde Integral LGBTT.

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v13i3.1720

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e-ISSN 1981-6278 

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