Uso de aplicativos de tecnologia móvel na rotina de estudantes concluintes de medicina

Lorena Juliana Marinho Estanislau, Aline Pereira Morais, Rodolpho Omena Cabral, José Eudes de Lorena Sobrinho, Suélem Barros de Lorena

Resumo


O uso de aplicativos vem crescendo na área da saúde, tornando-se rotina diária na prática dos profissionais e estudantes. Portanto, conhecer benefícios e riscos de seu uso faz-se necessário. O objetivo do estudo aqui apresentado é verificar opiniões e atitudes relatadas por estudantes de medicina a respeito do uso de aplicativos no cotidiano ambulatorial de um hospital-escola. Trata-se de um estudo transversal desenvolvido, em 2017, em Recife, Pernambuco, Brasil, no qual se utilizaram questionários autoaplicáveis presencialmente em uma população de 73 estudantes concluintes do curso de medicina. Os resultados revelaram que a maioria (95,9%) dos estudantes referiram possuir smartphone e 98,6% afirmaram utilizar dispositivos móveis com intuito acadêmico. A finalidade mais comum do uso de aplicativos foi a de consulta de fármacos existentes (93,2%) e quase a totalidade dos estudantes (98,6%) confia nos aplicativos utilizados. Porém, foi questionado se o uso na rotina interfere na relação profissional-paciente. Concluímos que o uso de aplicativos é uma realidade crescente, mas que ainda há discordâncias sobre seus benefícios e malefícios.


Palavras-chave


Aplicativos móveis; Estudantes de medicina; Smartphone; Sistemas de apoio a decisões clínicas; Educação médica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v13i3.1632

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e-ISSN 1981-6278 

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