Percepção de gestores e enfermeiros sobre a organização do fluxo assistencial na rede de serviços de saúde

Kamilla Santos Silva, Adriano Maia dos Santos, Jamille Amorim Carvalho, Clávdia Nicolaevna Kochergin, Patty Fidelis de Almeida

Resumo


Este artigo analisa como gestores e trabalhadores da saúde organizam o fluxo assistencial dos usuários quando há necessidade de compartilhamento de cuidados entre diferentes níveis de atenção à saúde. Trata- se de pesquisa qualitativa com base em entrevistas semiestruturadas com cinco gestores e seis enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) em um município da Bahia. Os resultados indicam redução na busca direta de hospitais, fortalecimento da Estratégia Saúde da Família como porta de entrada principal para os diagnósticos e participação fundamental do agente comunitário de saúde na organização dos fluxos assistenciais. Porém, observa-se insuficiente informatização das unidades de saúde e determinação de prazos para serviços especializados, realizada pela central de regulação de procedimentos especializados, de forma burocrática, sem coordenação da equipe de atenção primária à saúde. A organização do fluxo assistencial é dificultada pela incipiência da rede de atenção à saúde e ausência de instrumentos de comunicação interprofissional.


Palavras-chave


atenção primária à saúde; acesso aos serviços de saúde; profissional de saúde; atenção secundária à saúde

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v11i2.1226

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e-ISSN 1981-6278 

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