m-Health no controle do câncer de colo do útero: pré-requisitos para o desenvolvimento de um aplicativo para smartphones

Carolina Correia Bilotti, Larissa Dalpiaz Nepomuceno, Gabriela Marengone Altizani, Regiane da Silva Macuch, Tiago Franklin Rodrigues Lucena, Flavio Bortolozzi, Marcelo Picinin Bernuci

Resumo


Com o objetivo de fornecer informações sobre o câncer do colo do útero (CCU), usando canais de comunicação presentes nos smartphones, o estudo apresentado neste artigo caracterizou o padrão de uso desses canais e a preferência de recebimento de informações de 395 mulheres, foco do programa de rastreio do CCU do município de Maringá (PR). Entre essas mulheres, 89% possuem celulares e 65% com acesso à internet. Entre as entrevistadas que utilizam a internet, 46% usam para acessar redes sociais, 45% para fazer pesquisas e 33% para ler notícias. Entre as que utilizam as redes sociais, 55% têm acesso ao Facebook e 56% ao WhatsApp. A porcentagem das que preferem receber informações por meio de panfletos é de 52% e, para 48% delas, os médicos são os profissionais mais indicados para darem as informações. Embora haja significativa utilização dos canais de comunicação presentes nos smartphones, muitas mulheres ainda preferem receber informações sobre o CCU através dos métodos tradicionais de educação em saúde.


Palavras-chave


promoção da saúde; tecnologia biomédica; saúde pública; acesso à informação; atividades cotidianas

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DOI: http://dx.doi.org/10.29397/reciis.v11i2.1217

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e-ISSN 1981-6278 

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