Acesso Livre: uma solução adotada em todo o globo; porém, no Brasil parece existir uma indefinição

Helio Kuramoto

Resumo


As iniciativas idealizadas pelo movimento do Acesso Livre permitiram novas alternativas de alcance da informação científica aos pesquisadores radicados em qualquer parte do globo terrestre, que passaram a contar com ferramentas capazes de promover o registro e a disseminação da produção científica: os repositórios digitais e as revistas científicas de acesso livre. Existem mais de 2600 repositórios digitais em diversas partes do mundo, e o Brasil participou desde o início no desenvolvimento dessas iniciativas. Hoje, o país conta com 83 repositórios digitais e cerca de mil revistas científicas de acesso livre. A cada dois anos, um evento dedicado a esse tema, fruto de parceria firmada entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil e o Ministério da Ciência e Tecnologia de Portugal, se realiza, alternadamente, nesses dois países. Aqui serão brevemente apresentados os principais repositórios, usualmente mantidos por instituições de ensino superior e de pesquisa, organizações governamentais, agências de fomento ou organizações mundiais, bem como algumas das mais importantes iniciativas internacionais em prol do acesso livre. Serão evidenciadas também as diferenças preconizadas pelas bibliotecas universitárias brasileiras e a repentina desacelera­ ção dessas iniciativas no país. Concluindo, serão apresentadas algumas evidências, resultados e perspectivas futuras.

 


Palavras-chave


Acesso à Informação; Informação Científica; Acesso Aberto; Via Verde; Via Dourada; Brasil.

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DOI: https://doi.org/10.3395/reciis.v8i2.630

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