Implementação da Rede Cegonha em uma Regional de Saúde do estado de Goiás: o que os indicadores de saúde mostram sobre atenção materno-infantil?

Thaís Rocha Assis, Virginia Oliveira Chagas, Raissa de Melo Goes, Nathany Souza Schafauser, Klara Gomes Caitano, Renatha Almeida Marquez

Resumo


Os indicadores de morbidade e de mortalidade materno-infantis são essenciais no contexto da organização da Rede Cegonha, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Esta rede organiza-se para assegurar o acesso, o acolhimento e a resolutividade, por meio de um modelo de atenção voltado para o pré-natal, parto e nascimento, puerpério e sistema logístico. Este artigo apresenta um estudo ecológico desta rede em uma Regional de Saúde, realizado com uso de dados dos Sistemas de Informação de Saúde do Departamento de Informática do SUS. Verificou-se um percentual crescente de gestantes que realizaram sete ou mais consultas pré-natais. No entanto, poucas concluíram a assistência pré-natal, porque não realizaram a consulta de puerpério. Observou-se uma taxa de mortalidade infantil próxima à da meta estipulada pela ONU. Identificou-se um aumento das cesáreas e uma redução de partos normais, além de uma alta mortalidade materna. Esses indicadores apontam para a necessidade de melhoria da qualidade da atenção pré-natal e da assistência ao parto.


Palavras-chave


Serviços de saúde materno-infantil; Indicadores básicos de saúde; Mortalidade materna; Mortalidade infantil; Assistência à saúde; Saúde da mulher.

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DOI: https://doi.org/10.29397/reciis.v13i4.1595

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e-ISSN 1981-6278 

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